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A disfunção da ejaculação ou do orgasmo é um dos problemas mais comuns e recorrentes relacionados à sexualidade humana.
Ejaculação precoce, ou ejaculação rápida como é chamada em alguns idiomas, é definida pela Organização mundial de Saúde (OMS) como a inabilidade de segurar a ejaculação o suficiente para aproveitar o ato sexual.
Willian Masters e Virginia Johnson, pioneiros da terapia sexual definem o ejaculador rápido como o homem incapaz de se controlar por tempo suficiente para satisfazer sua parceira em 80% dos atos sexuais.
Estima-se hoje, que 30% de todos os homens sofrem deste problema.
As pesquisas mostram que no início da vida sexual, quase todos os homens sofrem de EP em algum momento, porém , o mais comum é que com a experiência e o conhecimento da própria sexualidade a questão regrida de forma natural.
Diferentemente do que se imagina, é muito raro que o homem apresente algum problema fisiológico que leve-o a EP. O fator desencadeante mais comum  o grande fantasma dos tempos atuais: ANSIEDADE.
A pessoa com problema de ejaculação precoce é normalmente ansiosa por natureza em muitos, ou todos os aspectos da vida, o que não significa que necessariamente todo indivíduo ansioso sofra de EP, já que ele pode ter aprendido a controlar sua ansiedade durante o ato sexual.
Não tão raro que a parceira perceba o problema antes do homem, e muitas vezes é ela que estimula a busca por tratamento.
Hoje em dia, calcula-se que a média de tempo que um homem leva para ejacular é de 5,4 minutos, já o tempo médio que uma mulher leva para chegar ao orgasmo é entre 10 e 15 minutos.
Essa equação torna o diagnóstico difícil de ser realizado, já que é necessário excluir a hipótese de um orgasmo dificultado ou anorgasmia da parceira, problema que atinge um terço das mulheres.

EXISTE DIFERENÇA ENTRE DISFUNÇÃO ERÉTIL (DE) E EJACULAÇÃO PRECOCE (EP)?
É necessário um levantamento bem detalhado para distinguir disfunção erétil de ejaculação precoce.
Muitos homens não tem conhecimento que a perda de ereção após a ejaculação é normal, e que é necessário um intervalo entre duas relações sexuais.
Nesse caso é muito comum que o homem preocupe-se erroneamente com DE, quando na verdade o principal problema seria EP.
Há casos em que o paciente acaba desenvolvendo EP devido ao medo de perder a ereção , uma vez que apresenta disfunção erétil.

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